Muitas vezes, na agitação do dia a dia, acabamos por ter necessidade de parar, acalmar um pouco e tirar algum tempo para respirar.

Acho que todos nós, algum dia na vida, nos sentimos assim.

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Cada vez mais há quem procure atividades como a meditação, o caminhar na natureza, praticar yoga/pilates ou simplesmente se sentar a ler um bom livro ao Sol ou no aconchego da lareira.

Contudo, sinto que muitas das vezes fazemos isto tudo num estado “mind full”. Ou seja, com a cabeça cheia de pensamentos que se seguem e ligam uns aos outros como cerejas. 🍒

Falo com base na minha própria experiência, claro. A intenção é boa. Nós queremos verdadeiramente parar e descansar, mas a nossa cabeça parece que não acompanha. Então, quando fazemos todas essas atividades supostamente relaxantes, redutoras de stress e ansiedade deviamo-nos ficar a sentir bem, tranquilos, revitalizados, etc. Mas, não! Estamos lá muitas das vezes a pensar no que deixamos no trabalho por acabar, no que vamos ter que ir fazer quando chegarmos a casa, na discussão que tivemos a semana passada com o marido/esposa/namorado/a, nas férias que de Verão que ainda temos que acabar de planear e em mais uma infinidades de coisas entre o corriqueiro, preocupante e mega-dramático.

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Somos capazes de em instantes percorrer anos e anos de vida, em viagens mentais, entre o passado (que já não conseguimos mudar) e o futuro (que para além de nem sequer ter ainda acontecido, não sabemos se virá a acontecer, pelo menos daquela forma de estamos a imaginar).

Viajar é maravilhoso e estas viagens nada teriam de mal se nos permitissem cumprir o objetivo pelo qual decidimos ter aquele momento de pausa – relaxar, descansar, recarregar baterias, etc.

A verdade é que deixamos escapar estas oportunidade de revitalização, por permitirmos que a nossa cabeça continue a fazer aquilo que ela sempre faz: pensar, pensar, pensar sem parar! 😵

Então, a proposta que te deixo é a mesma que eu própria tenho praticado nos últimos anos da minha vida. Ou seja, utilizar a capacidade maravilhosa que a minha mente tem de pensar, sendo eu a escolher o que é que ela pensa!

Pode parecer algo complexo, mas não é. Basta escolheres deliberadamente um estimulo (interno ou externo) ao qual queres dar atenção e dirigires toda a tua atenção exclusivamente para ele (pode ser a tua respiração, o canto de um passarinho, o vento, etc.).

Claro, que os pensamentos vão vir entretanto. Mas, quando isso acontecer agradeces à tua mente maravilhosa por fazer tão bem aquilo que foi programada para fazer e segues com a tua decisão de te manteres focada no estimulo escolhido por ti.

Enquanto estas a treinar a tua capacidade de atenção, estás também a desenvolver o teu poder pessoal, auto-estima, confiança, amor-próprio, capacidade de auto-regulação, a descontrair, relaxar, etc.

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E, o mais maravilhoso de tudo é que podes fazer isto com todas as atividades do teu dia a dia e em todos os contextos.

Ontem eu e a Fisioterapeuta Lurdes Salgado fomos à descoberta do melhor percurso para a nossa caminhada Mindfulness no Retiro Inverno – Perdão, transformar o sofrimento em esperança

Queremos muito que possas experimentar caminhar de uma forma mais consciente, enquanto exploras os teus 5 sentidos e desenvolves a tua capacidade de deliberadamente dirigires a atenção para o que é mais benéfico, produtivo e possibilitador para ti.

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